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A Hiroshima atua na área de Descupinização, Dedetização, Desratização e Desentupimento, há 20 Anos, prestando serviços a Residências, Empresas, Condomínios, Restaurantes, Hotéis e Bares.

Nossos Serviços

  • Dedetização

    Cada situação no controle de dados os aspectos de uma situação, prescrevendo o melhor agente, dose de aplicação e método de tratamento.

  • Cupins

    São conhecidos , principalmente , pelo grave problema que causam ao atacar a madeira em uso e também outros materiais tais como papeis e tecidos.

  • Desentupimento

    Desentupimento de pias ralos tanques vasos sanitário conduites e colunas coletora de esgoto em São Paulo e Grande SP.

Desratização

    Desratização | Hiroshima

    AS ESPÉCIES DE ROEDORES

         Um dos maiores grupos do reino animal é constituído pela classe dos mamíferos. E, nesta classe há uma, a Ordem Rodentia, que contém mais de 3000 espécies dos chamados roedores. O nome rato pode ser corretamente aplicado à cerca de 500 espécies, mas apenas duas delas têm significado universal e ambas podem ser encontradas no Brasil: o Rattus norvegicus (Berkenhout) e o Rattus rattus  (Linnaeus). No gênero Mus há mais de 130 espécies de camundongos, embora apenas uma tenha se adaptado totalmente à vida urbana: o Mus musculus (Linnaeus).

      Que fique bem claro, desde já, que camundongos não são ratos! Camundongos pertencem ao gênero Mus e ratos ao gênero Rattus. São animais diferentes; no máximo são aparentados. Chamar um camundongo de rato é sacrilégio cientifico!

      Nas zonas rurais brasileiras, temos que fazer uma clara distinção entre os roedores que ali poderão ser observados: encontraremos vivendo livres campo a fora, uma infinidade de roedores, geralmente de pequeno porte, genericamente de “ratos de lavoura” ou “ratos do campo”, representados em nosso país, principalmente, pelo Holochilus brasiliensis, pelos Orizomys spp e pelo Mastomys natalensis, encontradiços nas plantações de arroz, de trigo, de cana, de cacau, de dendê,etc. Essas espécies silvestres geralmente estão em perfeito equilíbrio na natureza, pois participam ativa e importantemente de diversas cadeias alimentares. Só nos causam problemas quando suas populações experimentam crescimentos excepcionais, via de regra provocados por desequilíbrios ecológicos, para variar induzidos por nós mesmos, seja quando eliminamos seus predadores naturais (corujas, cobras, gaviões, raposas, certos felinos, etc), seja porque passamos a produzir brutais quantidades de seus alimentos preferenciais ( arroz, trigo, milho, etc ).

        Encontraremos ainda na zona rural, as três espécies de roedores comensais, essas que nos preocupam. Só que esses três roedores ali não serão vistos tendo vida livre como os anteriores, posto que não (e nem conseguiriam sobreviver) a esse meio ambiente. São eles roedores citadinos. Sabem viver nas cidades. No campo, teriam vida muito curta, interrompida pelas garras, mandíbulas ou bicos de inúmeros predadores que se sentiriam deleitados em degustá-los ao jantar. A verdade é que poderão ser encontrados onde o homem se estabelece. Nos asilos, nos paióis, nas criações intensivas de animais de produção (galinhas, suínos, gado confinado, etc,), onde proliferam intensamente.

       Numa mesma área é até possível a coexistência até das três espécies consideradas mais importantes (R. rattus, R. norvegicus e M. musculus ) num mesmo “habitat”.Contudo, sempre haverá uma severa segregação ecológica entre elas. A ratazana (R. norvegicus) prefere dominar o nível do solo, onde escava e habita tocas e túneis; o rato preto ( R. rattus) dá preferência a viver longe do solo – onde é derrotado pela ratazana que o supera em força, vigor físico, agressividade e tamanho. Por isso, o rato preto é também conhecido como rato de telhado ou rato de forro. Já o camundongo (M. musculus), o menor e mais fraco dos três, consegue sobreviver aproximando- se ardilosamente ao máximo do convívio do homem, inimigo natural reconhecido e atávico dos ratos, compartilhando conosco nosso próprio “habitat”, fazendo seus ninhos em nossas gavetas, nossos armários, etc.

       Assim, essas três espécies mais importantes possuem ciclos de vida e hábitos próprios, fazendo com que sua biologia seja significativamente diferente. Vamos conhecê-los melhor.

    A IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES SINANTRÓPICAS:

       Antes de mais nada, é preciso identificar qual espécie do roedor que esta causando problemas, sem contudo esquecer que mais de uma espécie pode estar presente, o que pode confundir aos menos avisados, ainda que tal ocorrência seja fato mais raro. Sem que sejamos especialistas em taxonomia (a “arte” da identificação cientifica das espécies), há alguns pontos que vão permitir-nos, a nós míseros mortais, uma razoável identificação do roedor (ou roedores) que está nos atormentando.

         É evidente que, se pudermos ver diretamente o roedor, ou até mesmo capturá-lo, sua identificação torna-se muito mais fácil. Existem algumas características físicas de cada espécie que permitem diferenciá-las com margem de certeza razoável. O conhecido esquema abaixo nos dá uma visão geral das possíveis diferenças e características físicas das três espécies que nos interessam:

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    Ratazana ou rato de esgoto

    Comprimento: 18 a 25 cm
    Peso: 280 a 460 g
    Cauda: grossa e peluda
    Orelhas: pequenas, arredondadas e peludas
    De hábitos terrestres, habita em tocas e esgotos.

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    Rato de telhado ou rato preto

    Comprimento: 16 a 21 cm
    Peso: 80 a 300 g
    Cauda: fina e longa, poucos pêlos
    Orelhas: grandes e sem pêlos
    Habita o alto dos forros, telhados e copa de árvores, vive dentro e fora do domicílio.

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    Camundongo

    Comprimento: 8 a 9 cm
    Peso: 10 a 21 g
    Cauda: fina e longa, sem pêlos
    Orelhas: grandes e salientes
    Habita o solo e também partes superiores, vive dentro do domicílio, constrói o ninho em móveis, gabinetes de pias e forrações de fogões e geladeira.

  • SINAIS DE ROEDORES

    Na prática, alguns sinais podem nos dar uma idéia se uma determinada área tem problemas de roedores:

    Sons: os roedores produzem, especialmente à noite, sons de roer, de corridas curtas e rápidas, de bater de dentes, guinchos e correrias ( lutas ou acasalamento ). É muito comum ouvir tais sons nos tetos, telhados ou forros das residências infestadas. Fezes: as fezes dos ratos, em formas de contas, chamadas cílabas, são facilmente localizadas a olho nu e dificilmente podem ser confundidas, devido às suas características próprias. A forma e o tamanho das cílabas varia conforme a espécie, como já vimos.
    Urina: a urina dos roedores emite fluorescência se exposta à luz ultravioleta ( luz negra ), mesmo depois de seca, além de exalar um odor sui-gêneris ( inesquecível ).
    Trilhas: podem ser encontradas facilmente quando a céu aberto, pois nelas a vegetação não consegue crescer.
    Marcas de gordura: manchas contínuas de cor escura junto aos rodapés, próximas aos cantos, sobre canos ou caibros, provocadas pela gordura que os ratos deixam ao roçar seu corpo quando caminham pelos mesmos lugares.
    Roeduras: lascas de madeira nos cantos das portas e parapeitos de janelas, pequenos orifícios semicirculares em armários, guarda- roupas, cômodas, paredes, etc. Observe marcas de dentes em materiais roídos.
    Ninhos: feitos geralmente com papel roído, alguns trapos ou outros materiais macios, mas sempre com a presença de grandes quantidades de pêlos da própria mãe que assim preparou a cama dos filhotes. Freqüentemente há restos de alimentos nesses ninhos.
    Observação visual: à noite é possível localizar os ratos com o auxilio de uma lanterna de mão poderosa, subitamente acesa no ambiente escuro. Ratos vistos durante o dia podem sugerir uma infestação relativamente alta porque eles são animais de hábitos noturnos.
    Excitação de cães e gatos: esses animais podem mostrar intensa excitação num determinado ponto do chão ou da parede onde os ratos possam estar presentes, especialmente se esses roedores invadiram a área recentemente.
    Odor: os ratos possuem um odor característico e "sui generis" de tal sorte que, quem já o sentiu, poderá percebe – lo até com certa facilidade ao entrar em um recinto onde haja infestação.

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